Tailândia – Norte a Sul – Terra dos Sorrisos

Tailândia – Norte a Sul – Terra dos Sorrisos

1 Março, 2013 28 Por Ana Carvalho

E estamos no dia 1 de Março de 2013!!!
A Tailândia esperava por nós. Foram dezasseis dias inesquecíveis!
Chegámos a Bangkok numa tarde quente e húmida, esta cidade alucinante é considerada a cidade com temperaturas mais constantes do mundo e quase sempre a cima dos trinta graus..

Foi fantástico!! Ver os famosos tuc-tuc a invadir as ruas, os seus táxis amarelos, o movimento louco da cidade. No dia seguinte esperava-nos uma visita guiada pela cidade, por uma amiga tailandesa que nos levou às principais atracções, e onde fomos conversando acerca da magnífica Tailândia, a sua beleza e seus problemas…

Ficamos a perceber que o Rei domina o país, as pessoas adoram-no, só que está com uma saúde muito debilitada, e ao que parece o seu sucessor, o filho, não é a pessoa ideal para ficar aos comandos do país, visto já ter dado provas de irresponsabilidades, metendo em causa muitas vezes a própria família real…
Começamos pelo fantástico Grand Palace, ou Grande Palácio Real, que é um conjunto de edifícios que serve como residência oficial do rei desde o século XVIII até ao século XX. Com a morte do rei Ananda Mahidol no Palácio de Baromphiman, o rei Bhumibol Adulyadej nomeou a residência oficial o Palácio Chitralada. A construção do conjunto palaciano teve início em 1782, durante o reinado de Rama I. Encontra-se situado a este do rio Chao Phraya. A área parece uma ilha, conhecida como Rattana Kosin. Os lugares de mais destaque são o templo Wat Phra Kaew, que contém a Buda de Esmeralda.

De seguida fomos almoçar um delicioso peixe frito, e pela tarde passeámos pelas margens do rio Chao Phraya.

Acabámos a noite a fazer um inesquecível passeio de barco com jantar, de uma ponta a outra da cidade dos templos. Passámos pelo Wat Arum, que consideramos um dos templos mais bonitos da Tailândia, pelo Grand Palace e pelas suas pontes magníficas. Poder jantar e ouvir música tradicional tailandesa cantada e dançada ao vivo no barco, foi das experiências mais marcantes da viagem. Podemos interagir com as pessoas, dançar e cantar… noite de muito divertimento!
Bangkok é uma cidade alucinante… já o tínhamos referido!! 🙂

Já tínhamos estado na Ásia no ano anterior, mas esta foi a primeira vez que tivemos contacto com a religião budista e seus costumes. As pessoas são simpáticas pelo país inteiro, é por isso que é apelidado de “land of smiles”, e é de facto!
Apesar disso, há sempre a pessoa que nos tenta enganar… foi o que aconteceu na nossa primeira viagem de tuc-tuc… caímos no erro de não perguntar quanto seria o trajecto, quando chegámos ao hotel, uma distância curta que normalmente valeria 2€, queria cobrar-nos 20€!! Conversámos, dizendo-lhe que não era um preço muito justo, fazendo com que ele cedesse… caso nos tivéssemos calado, já tínhamos sido enganados… 🙁 No entanto, também tivémos o “reverso da medalha”, noutra viagem de tuc-tuc, neste caso previamente negociado :), o destino era chegar ao rio Chao Phraya, só que avariou a meio do caminho… 🙁 Tivemos de sair, o condutor bem tentou arranjar o veículo, mas foi impossível, ligou a um amigo e passado 5mn já tínhamos nova máquina, com música, luzes e toda uma animação pronta para nos levar até ao rio! 🙂 Que gente simpática!

Estávamos a chegar ao fim pela cidade de Bangkok, mas ainda voltaríamos por mais duas vezes!!! 🙂

A nossa rota seguinte era fazer 1300kms, numa semana de autocarro, contando com a volta a Bangkok… só um aparte, quando voltámos da visita ao norte, comemos o melhor sushi da nossa vida no restaurante do hotel de Bangkok. 🙂

E a nossa viagem de autocarro começou!  Pela hora de almoço chegámos a Ayutthaya! Uma cidade fascinante pela história que encerra.

Ayutthaya é a capital da província de Ayutthaya. Foi fundada em 1350 pelo rei U-Thong, que a  transformou na capital do seu reino, conhecido como Reino de Ayutthaya ou Sião. Em 1767 a cidade foi destruída pelo exército birmanês e as ruínas da antiga cidade hoje fazem parte da Cidade Histórica de Ayutthaya, que é reconhecida pela UNESCO como Património da Humanidade. A nova cidade foi fundada poucos quilómetros a leste da cidade histórica, e a 80kms ao norte de Bangkok. Em 2000, possuía 65.000 habitantes.

A cidade está localizada no encontro dos rios Chao Phraya, Lopburi e Pa Sak e a cidade antiga sobre uma península formada por uma curva do rio Chao Phraya. Ayutthaya recebeu este nome após a cidade de Ayodhya na Índia, a cidade natal de Rama em Ramayana (tailandês, Ramakien).
No século XVII a cidade tornou-se um importante porto internacional com uma importante actividade comercial, onde se comercializava madeira de teca, sândalo, açúcar, couros, marfim, peles, sedas e produtos do artesanato local.

Por lá podemos passear, visitar o seus magníficos e imponentes monumentos, assistir a rezas budistas, estar em paz!! O silêncio que reina dentro de um templo budista transmite-nos uma paz indescritível… o dia estava a chegar ao fim mas a cidade antiga tinha ficado nos nossos corações!! 🙂

No dia seguinte chegamos a Sukhothai!!
O Reino de Sukhothai foi um antigo reino Siamês no centro-norte da Tailândia, foi fundado em meados dos século XIII, quando um governante local da etnia Tai iniciou uma revolta contra o domínio Khmer. O reino permaneceu apenas como uma pequena potência regional até que o seu terceiro governador, Ramkhamhaeng, tendo herdado o reino no ano 1279, estendeu o seu poder para o sul até a Península Malaia, a oeste do que é agora Mianmar (Birmânia) e no nordeste no actual Laos. Com sua morte, em 1298, o reino começou a diminuir e em 1438 foi absorvido pelo Reino de Ayutthaya.

Aqui pudemos explorar todo o enorme complexo de bicicleta, o que nos permitiu desfrutar da natureza envolvente e tornou a jornada mais divertida! 🙂


A antiga capital do reino está em ruínas e foi designada como Património Histórico Mundial pela UNESCO, situa-se em Tambon Mueang Kao a 12km da moderna cidade de Sukhothai, capital da província de mesmo nome, e a aproximadamente 450km de Bangkok. Os historiadores tailandeses mais tradicionais consideram a fundação do reino Sukhothai como o início de sua nação, porque pouco se sabia sobre os reinos antes de Sukhothai. No entanto, estudos históricos modernos, demonstram que a história tailandesa começou antes de Sukhothai. Seja como for, a fundação de Sukhothai ainda é um evento comemorado na Tailândia.

O segundo dia tinha chegado ao fim, tinha sido mais um dia em cheio, em contacto permanente com a população local e percebendo cada vez mais como são felizes… 🙂

Tudo era novo para nós, em especial nestes meios mais rurais. Na cidade tudo é mais ocidentalizado, existe muito mais stress e as pessoas não vivem a questão religiosa com a mesma intensidade… Que experiência magnífica… 🙂

Esta noite iríamos dormir num conceituado hotel da região, e foi aí que nos aconteceu mais um episódio bastante caricato..

À noite viemos até ao hall de entrada e saímos à rua para dar um passeio.. No hall existiam lâmpadas de iluminação mas que quase nem iluminavam… em sua volta tinham milhares de mosquitos, inclusive no tecto… Bom, o repelente é essencial para a Tailândia, nas grandes cidades devido à poluição não existem tantos, mas no resto do país é impressionante. Os hotéis tem o cuidado de ter redes a tentar travar a entrada deles, mas é quase impossível… Escusado será dizer que me “cravaram” todo… eu normalmente sou o primeiro com quem eles vêm ter… 🙁

Um novo dia começava, e hoje iríamos dormir já em Chiang Mai, a cidade mais a norte que iríamos visitar. Logo pela manhã visitámos um dos templos mais fantásticos que vimos em toda a Tailândia, e foram quase uma centena… 🙂 Não pelo tamanho do templo mas pelo seu interior. Estávamos num complexo de vários templos interligados entre si e onde existia uma dinâmica impressionante de pessoas a rezar e a ensinar os mais novos…

O calor era muito, tínhamos tido sorte que estiveram uns dias meio nublados e chegou até a chover, o que fez com que andássemos mais a vontade a visitar e a passear.

Saímos deste magnífico templo e fomos almoçar a um lugar muito especial..

Foi nesta paz, que almoçamos e apreciámos a vista. O almoço estava delicioso, era arroz com frango sem picante… 🙂 e durante o resto da tarde visitámos uma lindíssima plantação de orquídeas e vimos vários campos de arroz antes de chegarmos a Chiang Mai.

Mas foi numa paragem para lanchar, como costumávamos sempre fazer, que degustamos mais uma vez o peixe frito, nas bancas bastante limpas à beira da estrada.

Neste dia também tivemos direito a crepe de chocolate feito na hora!!

O nosso dia estava a acabar, e nós a chegar a Chiang Mai para três dias fantásticos, cinco dias e 750kms depois!!! Por aqui também não se nota stress!

A nossa viagem ainda nem a meio ia e já tínhamos aprendido tanto… É a segunda maior cidade da Tailândia! Uma cidade enorme, e em pleno desenvolvimento. Nas suas ruas, aliás como em toda a Tailândia, a imagem do Rei está presente em todos os lugares mais importantes.

Ficamos alojados num hotel mesmo em frente ao rio Ping durante duas noites.

As suas  gentes são simpáticas, os templos por todo o lado com as suas portas abertas e com uma paz que não é possível exprimir em palavras… Chiang Mai esperava por nós! No primeiro dia visitámos um templo que fica na colina que tem uma vista fabulosa para a cidade, o Wat Phrathat Doi Suthep. Reza a lenda deste templo que o Rei possuía uma relíquia de Buda e precisava encontrar um local sagrado para guarda-lá. Sem conseguir decidir por um lugar, o Rei então prendeu-a num elefante branco e esperou para ver onde o animal a levaria. O elefante subiu a montanha, ajoelhou-se lá no alto e morreu, o templo foi construído nesse exacto lugar.

A tarde já ia longa, de seguida fomos a mais três fantásticos lugares… O primeiro foi a uma fábrica de chapéus tailandeses onde assistimos a todo o processo de confecção.

Num país onde a orquídea é rainha, tínhamos de visitar mais uma plantação, e de seguida uma pequena fábrica onde são feitas réplicas de orquídea em ouro, para brincos, fios, etc…

Para terminar o dia, passámos ainda por uma carpintaria onde apreciámos um grande artista a trabalhar a madeira, fazendo um fantástico quadro…

O dia estava a terminar, tinha sido longo mas cada vez mais tínhamos o sentimento de paz e tranquilidade nesta terra…

Em cada esquina temos um ponto de oração!

De salientar que em todos os templos que visitámos têm folha de ouro a revestir tudo o que se vê a dourado, e o engraçado é que os templos, muitas vezes nem porta têm e ninguém mexe, mas o povo asiático tem uma mentalidade diferente, as coisas têm valor, mas é sentimental e é sagrado… 🙂

No segundo dia tivemos mais uma experiência, fomos visitar uma reserva de elefantes… O “Elephant Camp” onde andámos de elefante, e os vimos às dezenas… assistimos a pinturas feitas pelos mesmos e até um jogo de futebol vimos entre elefantes! Esta situação é um tema controverso, pois muitas vezes põe-se a questão da exploração que fazem aos animais, e que muitas vezes são maltratados e vivem em condições miseráveis… acredito que existam sítios onde se passa isso, mas neste campo não assistimos a nada disso, apesar de trabalharem a transportarem as pessoas, vê-se que são bem tratados… além dos passeios com as pessoas, desenvolvem projectos fantásticos e a aldeia é sustentável e não vive só dos elefantes, tem agricultura, com plantações de  arroz e de bananas à beira rio.

Uma das coisas que mais gostei por lá, foi ver três elefantes a fazerem um desenho perfeito, claro que ajudados pelos seus tratadores, mas mesmo assim é fantástico porque eles é que pegam nos pincéis com a tromba! Os desenhos são vendidos e revertem para a ajuda na manutenção do campo.

A meio da tarde apánhamos boleia de jangada para apreciar as montanhas e as paisagens verdejantes e chegar à “Long Neck Village”… momentos inesquecíveis!!! 🙂

Chegados a “Long Neck Village”, a curiosidade para saber o porquê das argolas no pescoço foi o principal… ficámos a saber que existem diversas teorias sobre o real motivo de apenas as mulheres usarem as argolas, algumas dizem que seria um adorno de beleza, e outras que o uso dos colares começou para se protegerem dos ataques de tigres. Porém, a maior razão pela qual as mulheres Karen continuam a usá-los, é bem simples: a tradição! O objectivo é manter vivo o património cultural de seu povo. E o mais curioso é que passa tudo por alguma ilusão de óptica, pois os pescoços não ficam maiores, a verdade é que as argolas afinam o pescoço e o peso da peça (que pode chegar a 10 kg) empurra a clavícula para baixo, o que acaba “afundando” a caixa torácica dando a ilusão de que o pescoço cresceu.

Assim nos despedíamos de Chiang Mai, na manhã seguinte tínhamos mais 750kms para fazer, durante quase três dias, descendo até Bangkok por outra parte do país… Ainda fomos nessa noite jantar ao mercado, onde podemos comer dos melhores mariscos e comida típica! A comida tem sido das mais agradáveis surpresas desta maravilhosa terra! Aliás a Tailândia tem-nos fascinado de tal maneira que parece que estamos num sonho! 🙂

Chegou a manhã e com ela o regresso a Bangkok, foram muitos kms a viajar em quase três dias, muitas paisagens fantásticas, e acima de tudo muito boa disposição… conhecemos um casal de alemães, bastante atenciosos e conversadores… e quando parávamos para almoçar ou descansar o nosso animador de serviço oferecia nos sempre um aperitivo… vejam só! 🙂

Que grande lanche!! Larvas fritas e gafanhoto, só falta mesmo a cerveja Chiang que o nosso amigo trazia sempre também!! Depois do lanche, fomos visitar mais um magnífico templo budista, confesso que a esta altura já era difícil para nós, já tínhamos visto dezenas e apesar de todos diferentes acaba por saturar um pouco, secalhar à semelhança das igrejas cá… mas fomos a todos!!

No dia seguinte, pela manhã passámos pelo templo dos macacos, onde eles andam à solta perto de um caminho de ferro. As pessoas dão-lhes comida e eles param a comer à nossa frente na maior das calmas… 🙂

Pelo caminho passámos por centenas de carrinhas de caixa aberta com dezenas de pessoas lá dentro, ou motorizadas com três, quatro ou cinco pessoas, mas sempre com o mesmo sorriso e simpatia… 🙂

No último dia ao almoço, num restaurante no meio da selva, deparámos-nos com um calendário tailandês, por aqui já estão em 2556! 🙂

Estávamos a chegar novamente a Bangkok, seguíamos directos para o aeroporto onde apanhámos um voo de 2h para Krabi… íamos para as Ilhas Phi Phi relaxar!!!! 🙂

E chegámos a Krabi!!!!! Chegámos ao paraíso!!!! Pelo caminho, no avião desde Bangkok, podíamos ver o mar azul e as suas pequenas ilhas… mas Krabi é encantadora!!!
Uma paz incrível, foram quatro dias de pleno descanso… a praia era quase toda nossa!!! Foi aqui que comemorei os meus 34 anos… O nosso hotel fica numa colina e aos pequenos almoços as vistas eram brutais!! 🙂

Os almoços na praia, as tardes e noites na piscina, as massagens… sim porque houve uma coisa que quase me esquecia de mencionar, as massagens Tailandesas… em Chiang Mai fizemos uma à séria!!! 🙂
Que sensação, a massagem é feita numa cama ,no nosso caso como éramos um casal ficámos um ao lado do outro em duas camas separadas e duas mulheres a fazerem-te massagens em quase todas as partes do teu corpo e claro a mim calhou-me a mulher mais gorda e mais feia… Lembro me como se fosse hoje ela literalmente em pé em cima do mim, a massajar-me com os pés… uma coisa ficamos a saber, os nossos braços e pernas têm uma elasticidade enorme!! E casas de massagens na Tailândia é coisa que não falta, e valem bem o dinheiro!!! 🙂

Por Krabi os nossos dias de descanso estavam a chegar ao fim, mas não sem antes ir ao paraíso das Ilhas Phi Phi!!!

Depois de dez dias intensos pelo Norte, o relaxamento total!! 🙂

Bom os últimos dois dias eram reservados para as Ilhas Phi Phi!!

Ilhas Phi Phi!!!!! 😍😍😍
Por mais fotografias que possamos ver, por mais descrições que possamos ter das pessoas que por lá passaram, este lugar é mesmo daqueles que só mesmo estando lá conseguimos sentir a sua grandeza!!! a Tailândia é um país de sonho!!

Em Chiang Mai tive a oportunidade de falar uma das noites com um “amigo” holandês que se mudou para a Tailândia quase há 20 anos atrás. Ele nessa altura foi para as ilhas Phi Phi, montou um restaurante com hotel com um sócio tailandês. Ele dizia-nos emocionado, que passou 10 anos de sonho naquele lugar!!!
Até que chegou o dia trágico do tsunami… é impossível imaginar, a calmaria daquelas praias sem ondas, a paz que ela transmite, naquele lugar acontecer uma tragédia daquelas… talvez por não se imaginar um desastre daqueles num sítio daqueles é que se calhar a tragédia foi maior…
Nesse dia ele perdeu tudo, inclusive o mais importante, o seu sócio… 🙁
Como não queria deixar o país e ficou com trauma da praia, foi para Chiang Mai começar do zero.


Em Krabi o nosso hotel já estava igual porque teve a “sorte” de estar numa colina e só estragou os andares mais baixos, mas vimos muitos lugares que ainda estavam em reconstrução. Histórias tristes e impossíveis de esquecer. O que é facto é que agora todas as zonas perto da praia têm placas de alerta de tsunami e percursos/abrigos para as pessoas se poderem proteger.


Bem, mas voltando às Ilhas Phi Phi saímos numa lancha com 1000cv, a grande velocidade a fazer lembrar o filme “A Ressaca”!!!! 🙂

Passámos primeiro por uma ilha que tem macacos, muito engraçada, e depois parámos numa outra ilha de areia fina e águas cristalinas de sonho!!!

Como os macacos não nos largam, passámos por lá a visitá-los!!

Passadas umas horas arrancámos em direcção à praia Maya Bay e a chegada lá é impressionante!! 🙂
Uma sensação indescritível!!!! Parámos, tomámos banho, fizemos mergulho… passámos uma tarde de sonho!!
A principal ilha das Ilhas Phi Phi tem comércio e hotéis, e foi lá que almoçámos, voltámos a fazer mergulho e descansámos!!
Foram dias de sonho, inesquecíveis, apesar do turismo, os lugares virgens estão no imaginário de qualquer um quando pensamos em praia!!!!

As suas águas quentes e cristalinas entraram para o 1º lugar de praias mais bonitas que já visitámos no mundo!!!
E pelo que já vi, deve ser difícil superá- las!!! 🙂

WE <3 THAI!!